Category: Banco de Dados

Coleção de notícias sobre zoológicos e direitos animais, no Brasil e no mundo

Artigo analisa mortes em zoológico do Reino Unido de 1851 a 1860

 

TÍTULO On the causes of death of many of the animals at the Zoological Gardens, Regent’s Park, from 1851 to February 1860
AUTOR  Edwards Crisp 
DATA  24 de abril de 1860
LOCAL  Chelsea, Reino Unido
FONTE  https://archive.org/details/b22286470
REPOSITÓRIO Archive.org
DESCRIÇÃO

Publicação escrita por Edwards Crisp faz levantamento e análise das mortes no Jardim Zoológico de Regent’s Park, no Reino Unido, de 1851 a 1860. Trata-se de uma reimpressão de artigo publicado no “Proceedings of the Zoological Society of London”.

A pesquisa foi feita ao se acompanhar a dissecação de animais no parque em questão. Segundo o autor, só é possível entender a natureza das doenças no homem, e consequentemente tratá-las apropriadamente, ao investigá-las antes nas plantas e nos animais inferiores.

Muitas das mortes relatadas estão relacionadas ao frio: pneumonia, tuberculose e diarreia. 

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Jornalista rememora origens do jogo do bicho no Rio de Janeiro

 

TÍTULO  Jornaes do Rio – Jornal do Commercio
AUTOR  Constâncio Alves
DATA 10 de agosto de 1916
LOCAL Rio de Janeiro
FONTE  O Estado de S. Paulo reproduzindo o Jornal do Commercio
REPOSITÓRIO

Acervo Estadão

DESCRIÇÃO Artigo de autoria de Constâncio Alves discute a origem do jogo do bicho, em resposta à colocação de um congressista, Erico Coelho, de que a prática teria origem cambojiana.

 

https://1.bp.blogspot.com/-D7mvtlKwDyY/UeiIPtPI6-I/AAAAAAAABxc/CFN2PozCcpk/s1600/agosto+1916.jpg

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Novas versões sobre a morte de tratador alemão por elefante no Rio de Janeiro

 

TÍTULO  O elefante Topsy – o animal, enfurecendo-se, mata seu tratador
AUTOR  Desconhecido
DATA  18 de março de 1914
LOCAL  Rio de Janeiro
FONTE  Correio Paulistano
REPOSITÓRIO

Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional

DESCRIÇÃO

Correio Paulistano apresenta duas versões sobre a morte do tratador alemão pelo elefante Topsy no Rio de Janeiro. Em uma, a causa da morte é, na realidade, um ataque cardíaco, e fica a impressão de que o animal pertence a um circo.

Vale notar que o elefante tem o mesmo nome da paquiderme eletrocutada por Thomas Edson em 1903.

https://2.bp.blogspot.com/-W_cAeVd_iWw/U5X7PlZtArI/AAAAAAAAEQ4/fY61aS4S8xE/s1600/18+de+mar%C3%A7o.jpg

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Elefante se vinga de pancada na tromba e mata tratador no Rio de Janeiro

 

TÍTULO  Ataque de um elefante
AUTOR  Desconhecido
DATA  19 de março de 1914
LOCAL Rio de Janeiro
FONTE O Estado de S.Paulo
REPOSITÓRIO

Acervo Estadão

DESCRIÇÃO

Reportagem relata, com detalhes brutais, a morte do jovem alemão Richard Nines pelo “elephante sábio” Tapsy no zoo do Rio de Janeiro. O evento é explicado por razões de mau humor, tanto do animal, quando do tratador.

Sobre o evento ainda aparecerão outras versões, com a mudança de grafia dos nomes tanto do tratador (Richard Nives) e do elefante (Topsy).

 

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Relatório expõe comportamento psicótico de 14 elefantes em confinamento solitário no Japão

 

TÍTULO These Zoo Elephants May Be the Loneliest in the World 
AUTOR  Jani Actman
DATA  11 de agosto de 2017
LOCAL Japão
FONTE  National Geographic
REPOSITÓRIO

http://news.nationalgeographic.com/2017/08/wildlife-watch-japan-zoo-elephants-solitary/

Relatório completo em) http://elephantsinjapan.com/wp-content/uploads/2017/08/EIJ_Final_report_ENG_web.pdf

DESCRIÇÃO Relatório reúne observações feita pelo biólogo Keith Lindsay sobre o confinamento solitário de elefantes em 14 zoológicos do Japão. Iniciativa da organização Elephants in Japan ocorreu após a morte da elefante Hanako.
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Novo zoológico do Rio dará prioridade à fauna brasileira, diz Júlio Furtado

 

TÍTULO  O Jardim Zoologico do Rio
AUTOR  Desconhecido
DATA  20 de setembro de 1913
LOCAL  Rio de Janeiro
FONTE  O Estado de S. Paulo / Correio da Manhã
REPOSITÓRIO

Acervo Estadão

DESCRIÇÃO

Em entrevista ao “Correio da Manhã”, Júlio Furtado, da Inspetoria de Mattas e Jardins da cidade do Rio de Janeiro, fala sobre os planos para o novo jardim zoológico da capital, visto sobretudo como uma “necessidade”. Dando previsão de dois anos para que as obras sejam concluídas, ele expõe as prioridades expositivas do empreendimento:

Os animais da África e da Ásia deverão ser adquiridos com o tempo e gradualmente, sem, porém, a imediata necessidade que para nós representa a colleção de animais da fauna brasileira. Porque, cumpre insistir, precisamos ter um Jardim que simultaneamente como embellezamento da cidade e espetáculo recreativo para o povo, deve ser útil à instrucção pública, onde os que (?) possam encontrar exemplares vivos do reino zoologico.

 

 

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Novo zoológico do Rio terá 200 mil metros quadrados

 

TÍTULO  O Jardim Zoologico do Rio
AUTOR  Desconhecido
DATA  16 de setembro de 1913
LOCAL  Rio de Janeiro
FONTE  O Estado de S. Paulo
REPOSITÓRIO

Acervo Estadão

DESCRIÇÃO Reportagem apresenta distribuição espacial planejada para o futuro zoológico do Rio de Janeiro, que teria sua pedra fundamental inaugurada pelo prefeito e general Bento Ribeiro no dia 20 de setembro de 1913. A área destinada ao parque ficava na Boa Vista, na antiga Quinta Imperial, e tinha cerca de 200 mil metros quadrados.

 

https://3.bp.blogspot.com/-DudhopoPgzs/UeH2u5q4FwI/AAAAAAAABvs/zx5YG87mBP8/s1600/setembro1912.JPG

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Stanley Smyth Flower cataloga zoológicos ao redor do mundo

 

TÍTULO  Sem título
AUTOR  Desconhecido
DATA  29 de abril de 1913
LOCAL  Não se aplica
FONTE  O Estado de S.Paulo
REPOSITÓRIO

Acervo Estadão

DESCRIÇÃO
Com pouquíssimos detalhes, o Estadão menciona a pesquisa de um “sr. Flower” [provavelmente Stanley Smyth Flower], que teria publicado uma estatística com todos os jardins zoológicos do mundo. Seriam 168 (ou 163, difícil dizer pela imagem) zoos ao todo. Aqui, fica claro que o ponto máximo de presença desse tipo de instituição era na Alemanha.
O Estadão lembra (e lamenta) na reportagem: “O Brasil, que possue uma das faunas mais interessantes do mundo, conta apenas um jardim zoologico, e esse mesmo muito pobre, não podendo soffrer cotejo com qualquer jardim congenere, de estrangeiro”.
Não está claro de qual zoo o jornal se refere.
A nota também lembra que uma das onças pertencente ao zoológico de Londres foi presenteada pelo brasiero José Carlos Rodrigues.

Foi possível encontrar uma publicação de S.S.Flower com as características descritas pela reportagem: “A List of the Zoological Gardens of the World”, em “The Zoologist”, maio de 1909.
Uma outra listagem de referência foi publicada em 1914.

 

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Jardim zoológico é inaugurado em Porto Alegre

 

TÍTULO

 Rio Grande do Sul, Jardim Zoológico

A venda do Jardim Zoológico

AUTOR  Desconhecido
DATA

 30 de maio de 1912

19 de novembro de 1915

LOCAL  Porto Alegre
FONTE  O Estado de S.Paulo
REPOSITÓRIO

Acervo Estadão

DESCRIÇÃO

Reportagem elogiosa comenta a inauguração de jardim zoológico em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e lamenta implicitamente a falta de um zoo em São Paulo (“se organizou alli cousa util e não um simulacro como geralmente se faz por ahi”)
O zoo ocupava uma área chamada Villa Diamela e possuía, entre seus animais, leões, lobos, um puma, um urso da Sibéria, macacos papiões, animais brasileiros e, curiosamente, “três gatos Angora” e “ratos brancos”.

Poucos anos depois, em novembro de 1915, o zoológico é colocado à venda e oferecido ao Estado por seu proprietário, o coronel Ganzo Fernandes.

 

http://3.bp.blogspot.com/-KuB0i7gK2QA/UeHxZqP_rcI/AAAAAAAABvc/dDXjedIEOyI/s1600/maio1912.JPG

 

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Imperador alemão procura Carl Hagenbeck para construção de novo zoológico em Berlim

 

TÍTULO  O novo parque zoológico de Berlim e o Imperador
AUTOR  Desconhecido
DATA  18 de julho de 1911
LOCAL  Berlim, Alemanha
FONTE  O Estado de S.Paulo
REPOSITÓRIO

Acervo Estadão

DESCRIÇÃO Imperador alemão pretendia construir um novo jardim zoológico em Berlim e, para isso, pediu a ajuda de Carl Hagenbeck, já então conhecido comerciante de animais e dono de um zoo em Stelligen “onde os animais vivem o mais possível, como se fossem soltos”.
O antigo jardim zoológico de Berlim, segundo a reportagem, pertencia a uma sociedade anônima e cobrava muito caro pela entrada. Faltava assim, no local, “a grande massa do povo”.
A reportagem também relata o envio de animais do jardim zoológico do Pará (Parque Zoobotânico do Museu Goeldi) para o de Berlim e os preços cobrados por Hagenbeck por suas “feras”.

 

http://3.bp.blogspot.com/-y9YGX8DpeBk/UTUwzhntsSI/AAAAAAAABrc/Zu604bLAoAw/s1600/julho1911.JPG

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