Tag: elefante

Novas versões sobre a morte de tratador alemão por elefante no Rio de Janeiro

 

TÍTULO  O elefante Topsy – o animal, enfurecendo-se, mata seu tratador
AUTOR  Desconhecido
DATA  18 de março de 1914
LOCAL  Rio de Janeiro
FONTE  Correio Paulistano
REPOSITÓRIO

Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional

DESCRIÇÃO

Correio Paulistano apresenta duas versões sobre a morte do tratador alemão pelo elefante Topsy no Rio de Janeiro. Em uma, a causa da morte é, na realidade, um ataque cardíaco, e fica a impressão de que o animal pertence a um circo.

Vale notar que o elefante tem o mesmo nome da paquiderme eletrocutada por Thomas Edson em 1903.

https://2.bp.blogspot.com/-W_cAeVd_iWw/U5X7PlZtArI/AAAAAAAAEQ4/fY61aS4S8xE/s1600/18+de+mar%C3%A7o.jpg

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Elefante se vinga de pancada na tromba e mata tratador no Rio de Janeiro

 

TÍTULO  Ataque de um elefante
AUTOR  Desconhecido
DATA  19 de março de 1914
LOCAL Rio de Janeiro
FONTE O Estado de S.Paulo
REPOSITÓRIO

Acervo Estadão

DESCRIÇÃO

Reportagem relata, com detalhes brutais, a morte do jovem alemão Richard Nines pelo “elephante sábio” Tapsy no zoo do Rio de Janeiro. O evento é explicado por razões de mau humor, tanto do animal, quando do tratador.

Sobre o evento ainda aparecerão outras versões, com a mudança de grafia dos nomes tanto do tratador (Richard Nives) e do elefante (Topsy).

 

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Relatório expõe comportamento psicótico de 14 elefantes em confinamento solitário no Japão

 

TÍTULO These Zoo Elephants May Be the Loneliest in the World 
AUTOR  Jani Actman
DATA  11 de agosto de 2017
LOCAL Japão
FONTE  National Geographic
REPOSITÓRIO

http://news.nationalgeographic.com/2017/08/wildlife-watch-japan-zoo-elephants-solitary/

Relatório completo em) http://elephantsinjapan.com/wp-content/uploads/2017/08/EIJ_Final_report_ENG_web.pdf

DESCRIÇÃO Relatório reúne observações feita pelo biólogo Keith Lindsay sobre o confinamento solitário de elefantes em 14 zoológicos do Japão. Iniciativa da organização Elephants in Japan ocorreu após a morte da elefante Hanako.
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Elefante nana bebê de treinador em zoo de Nova York (EUA)

 

TÍTULO  Notícias Diversas [nota]
AUTOR  Desconhecido
DATA  1 de fevereiro 1902
LOCAL  Zoológico de Glen Island, Nova York (EUA)
FONTE  O Estado de S.Paulo
REPOSITÓRIO

Acervo Estadão

DESCRIÇÃO

A elefante Bazel do Zoológico de Glen Island, em Nova York, nana bebê de seu treinador (que estava em um carrinho) com delicadeza com sua “monstruosa tromba”, para a surpresa dos visitantes. É “o mais bello modelo vivo para as futuras mães de família.”

Um notícia similar publicada em um jornal americano coloca o episódio em outra data. É possível encontrar a elefante com o nome em outras grafias (Basil, Basel)

 

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Duas pessoas morrem após ataques de animais em zoos da China e do Marrocos

Duas pessoas morreram nas últimas semanas devido a ataques de animais em zoológicos da China e do Marrocos. 

Uma mulher morreu no Badaling Wildlife World, perto de Pequim (China), tentando resgatar a filha que havia sido atacada por um tigre durante um safari.  

vídeo de uma câmera de segurança mostra a jovem deixando o carro, sem motivo aparente, e contornando o veículo até outra janela. Neste momento, um tigre chega por trás e a arrasta. Sua mãe e seu marido correm para tentar resgatá-la e saem do quadro da filmagem. Segundo o parque, a jovem sobreviveu, mas ficou gravemente ferida, e sua mãe morreu após ter sido atacada por um segundo tigre. 

Em reportagem, a revista “National Geographic” não poupou críticas. Segundo a publicação, a morte poderia ter sido prevenida, demonstrando alguns dos diversos problemas em torno de parques de exibição de animais. Além disso, a publicação recorda que muitos locais que mantém animais cativos não possuem fins reais de conservação e servem, muitas vezes, para abastecer o mercado negro.  

Não é a primeira vez que ocorre mortes do local, segundo o “The New York Times”. Em março, um funcionário foi morto por um elefante. E um segurança que também saiu de seu veículo de patrulha foi morto por um tigre em 2014.

Ainda não está claro o que ocorrerá com os tigres envolvidos no episódio, que ocorreu em 23 de julho.

A segunda morte ocorreu em 26 de julho no zoológico de Rabat, capital do Marrocos, depois que uma elefanta jogou uma pedra de seu recinto e acertou uma criança de sete anos na cabeça.

A elefanta, que divide seu recinto com outros dois animais, estava há mais de dez metros de distância, e um fosso e uma cerca de madeira o separava dos visitantes. 

A BBC Phyllis Lee, diretor-científicos do Amboseli Trust for Elephants, disse ser improvável que o animal tenha mirado a menina intencionalmente. Segundo ele, elefantes costumam jogar pedras e troncos quando estão frustrados ou entediados e que o comportamento de um animal em cativeiro é “imprevisível”.

TÍTULO

 Fatal Tiger Mauling Shows What’s Wrong With Animal Parks

Girl dies after elephant throws stone in Morocco zoo

AUTOR

 Brian Clark Howard

DATA

25 de julho de 2016 

28 de julho de 2016

LOCAL

Badaling Wildlife World (China)

Zoológico de Rabat (Marrocos)

FONTE  National Geographic
REPOSITÓRIO

http://news.nationalgeographic.com/2016/07/fatal-tiger-mauling-china-zoo-badaling-wildlife-world/

http://www.bbc.com/news/world-africa-36914884

 

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Jornal denuncia zoologico americano por negligência contra elefante

TÍTULO  Zoo community refuses to learn from elephant Chai’s death
AUTOR Editorial do “The Seattle Times”
DATA  21 de março de 2016
LOCAL Denver, Estados Unidos
FONTE “The Seattle Times”
REPOSITÓRIO http://www.seattletimes.com/opinion/editorials/zoo-community-refuses-to-learn-from-elephant-chais-death/
DESCRIÇÃO

 Duro editorial do “The Seattle Times” critica o tratamento dado a Chai, elefante asiático recentemente morto no zoológico de Oklahoma City. Segundo o jornal, o animal apresentou uma série de doenças antes de morrer, que só puderam se desenvolver por negligência veterinária após sua transferência do zoológico Woodland Park para o de Oklahoma. Existia a possibilidade, ignorada pelas autoridades zoológicas, de levar o animal para um santuário na Califórnia.

 

“We believe [the Oklahoma City Zoo] provided excellent care,” said spokeswoman Gigi Allianic.

Not only does that sound tone-deaf — especially to the passing of a magnificent animal that entertained Seattle visitors for years — it condones Oklahoma City Zoo’s ongoing efforts to breed elephants in questionable conditions.

Clearly, the zoo community refuses to learn from Chai’s death.

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Elefantes africanos são levados a EUA secretamente antes de decisão judicial

 

TÍTULO The Stolen 18: Swaziland Elephants Secretly Shipped to U. S. Zoos to Avoid Legal Challenge

US zoos secretly fly 18 elephants out of Swaziland ahead of court challenge
AUTOR
Marc Bekoff
Oliver Milman
DATA
10 de março de 2016
9 de março de 2015
LOCAL
 Suazilândia

Dallas Zoo (EUA)

Sedwick County Zoo (EUA)

Omaha’s Henry Doorly Zoo (EUA)

FONTE
Huffington Post
The Guardian
The Wichita Eagle
REPOSITÓRIO
  • http://www.huffingtonpost.com/marc-bekoff/the-stolen-18-swaziland-e_b_9422486.html
  • http://www.theguardian.com/world/2016/mar/09/us-zoos-secretly-fly-elephants-swaziland-dallas-kansas-nebraska
  • http://www.kansas.com/news/politics-government/article71364067.html
DESCRIÇÃO
O professor de ecologia e biologia evolutiva Marc Bekoff denunciou por meio de sua coluna no jornal “Huffington Post” que um carregamento com 18 elefantes chegou secretamente aos Estados Unidos da Suazilândia em 8 de março de 2016 para abastecer zoológicos do país (Dallas Zoo, Sedwick County Zoo, Omaha’s Henry Doorly Zoo).
 
Trata-se da primeira vez, desde 2003, segundo ele, que elefantes foram capturados da natureza para abastecer zoológicos americanos. Os animais têm entre cinco e vinte e cinco anos, segundo reportagem do “The Guardian”  
 
Ainda que os zoológicos tivessem obtido permissão da Serviço dos EUA para Peixes e Vida Selvagem (US Fish & Wildlife Service – USFWS) para importar os animais, uma ação judicial foi apresentada pela ONG Friends of Animals alegando que o USFWS tinha a obrigação legal de avaliar e divulgar a público, de acordo com o National Environmental Policy Act, se o encarceramento dos elefantes não traria sofrimento  social, psicológico comportamental e físicos a eles. 
 
Antes que o tribunal pudesse emitir sua decisão sobre o caso (a audiência preliminar, em que advogados do Friends of Animals teriam seus argumentos ouvidos estava marcada para 17 de março), os animais foram trazidos aos EUA sem que autoridades judiciais ou a imprensa fossem informados. 
 
Os zoológicos haviam defendido a importação dos animais alegando que a Suazilândia atravessa uma forte seca que colocava o bem-estar dos elefantes em risco e que era preciso também abrir espaço para que rinocerontes da região pudessem viver melhor. No entanto, ativistas dizem que os animais poderiam ser transferidos para outros parques nacionais africanos e que o governo da Suazilândia vinha impedindo a migração dos animais. 
 
Em abril de 2016, no entanto, a ONG desistiu de levar adiante o processo judicial sobre o caso, segundo o jornal local “The Wichita Eagle”. A advogada da organização disse que a decisão foi “difícil” mas que eles avaliaram que “a melhor maneira de ajudar os elefantes neste momento não era nos tribunais, mas trabalhando para informar as pessoas sobre a vida que esses animais terão agora”.

 

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Recinto de elefantes no zoo de Zurique custou mais de R$ 200 milhões

TÍTULO

Swiss architects go wild over zoo design

Kaeng Krachan Elephant Park Shell

AUTOR

desconhecido

Emily Hooper

DATA

31 de dezembro 2015

27 de outubro 2015

LOCAL Suíça
FONTE

Swiss Info

Architect Magazine

REPOSITÓRIO

http://www.swissinfo.ch/eng/urban-habitats_swiss-architects-go-wild-over-zoo-design/41784290

http://www.architectmagazine.com/technology/detail/kaeng-krachan-elephant-park-shell_o

DESCRIÇÃO

Arquiteto contratado pelo zoológico de Zurique, na Suíça, conta brevemente como planejou o novo recinto para elefantes do parque, inaugurado em junho de 2014, em reportagem da Swiss Info. 
Markus Schietsch, cuja firma recebeu 57 milhões de francos suíços (aproximadamente R$ 207 milhões) para o projeto, planejou um espaço de 6.800 metros quadrados aos animais.
Outro arquiteto que ganhou um contrato milionário foi Roger Boltshauser, que projetará por 100 milhões de francos suíços um novo oceanário para o zoológico de Basel, a ser concluído em 2019. 

No discurso de ambos os arquitetos, existe a ânsia por replicar o ambiente natural e a preocupação em esconder os sinais de encarceramento do animal (grades etc.)

A reportagem em si é fraca de informações, não trazendo detalhes dos projetos mencionados.

Em outro artigo, dessa vez de revista especializada (Architect Magazine), menciona-se que o recinto dos elefantes no zoológico de Zurique abriga oito paquidermes do tipo asiático.

No texto, é mencionada a preocupação de evitar que os animais ensinem uns aos outros como desmontar o recinto:

“These elephants can push up to 6 tons with their head plates and pull up to 3 tons [from a standstill],” Heidemann says. “The sphincter muscle in their trunks can open screws. If something is loose, they will not only play with it, but they will also teach the others so groups of elephants will begin unscrewing their habitat.” As a result, the magnificent mammals have direct access only to the house’s northwest-facing, steel-reinforced concrete wall.

 

Dieses Wochenende finden die Thailandtage statt. Es erwartet Sie ein kunterbuntes Programm zur Heimat des Kaeng Krachan…

Publicado por Zoo Zürich em Terça, 2 de junho de 2015

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Zoo japonês promete melhorar recinto de elefante de 69 anos que vive sozinha no concreto

TÍTULO
  • Inokashira Park Zoo to work on changing living conditions for Hanako the elephant
  • Japan’s oldest elephant and her concrete home
AUTOR

agência Associated Press

BBC (áudio)

DATA

7 de março de 2016

8 de março de 2016

LOCAL  zoológico Inokashira (Japão)
FONTE Japan Times, BBC 
REPOSITÓRIO
  • http://www.japantimes.co.jp/news/2016/03/07/national/inokashira-park-zoo-work-changing-living-conditions-hanako-elephant/#.VuAr35zR_IV
  • http://www.bbc.co.uk/programmes/p03lw0bh
DESCRIÇÃO Zoológico Inokashira, administrado pela prefeitura de Tóquio, promete melhorar condições do recinto da elefante Hanako, 69, que vive no local desde os dois anos de idade. 

Hanako foi um presente da Tailândia ao Japão em 1949.

O zoo promete instalar aquecedores e novos brinquedos de enriquecimento ambiental no recinto.

Recentemente, houve uma campanha para que Hanako fosse transferida para um santuário de elefantes na Tailândia. No entanto, a transferência foi considerada pelo zoológico prejudicial, por ser muito “estressante” para o animal.

A especialista em bem-estar chamada para avaliar as condições em que vive Hanako, Carol Buckley, argumenta que, devido à idade de Hanako, as mudanças precisam ser bem pensadas. 

Como a elefante não pôde ter contato com outros elefantes durante sua vida, uma relação tardia poderia ser mais prejudicial que benéfica. Ela recomenda, no lugar, que os cuidadores interajam mais com Hanako, pois é isso que a deixa feliz. 

Buckley said Hanako is happy and loves her zookeepers. Instead of moving her, Buckley recommends infrared heaters and rubber mats to make her small concrete pen more livable. She suggested playing music and adding more toys, such as frozen fruit inside a tire. Tires and a tube are Hanako’s favorite toys now.
(…)
Buckley noted that animal activists need to be educated, regardless of their good intentions.
“You think she should be put on a plane or a boat and go to Thailand? What are you thinking?” she said.
Buckley noted that Hanako was clearly bored and needs more toys as well as more time with the zookeepers.

A BBC também conversou com Buckley (áudio abaixo).

 

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