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Artigo analisa mortes em zoológico do Reino Unido de 1851 a 1860

 

TÍTULO On the causes of death of many of the animals at the Zoological Gardens, Regent’s Park, from 1851 to February 1860
AUTOR  Edwards Crisp 
DATA  24 de abril de 1860
LOCAL  Chelsea, Reino Unido
FONTE  https://archive.org/details/b22286470
REPOSITÓRIO Archive.org
DESCRIÇÃO

Publicação escrita por Edwards Crisp faz levantamento e análise das mortes no Jardim Zoológico de Regent’s Park, no Reino Unido, de 1851 a 1860. Trata-se de uma reimpressão de artigo publicado no “Proceedings of the Zoological Society of London”.

A pesquisa foi feita ao se acompanhar a dissecação de animais no parque em questão. Segundo o autor, só é possível entender a natureza das doenças no homem, e consequentemente tratá-las apropriadamente, ao investigá-las antes nas plantas e nos animais inferiores.

Muitas das mortes relatadas estão relacionadas ao frio: pneumonia, tuberculose e diarreia. 

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Suicídio de animais nunca chegou a ser solucionado pela ciência, diz jornal

 

TÍTULO  Animaes suicidas
AUTOR  Desconhecido
DATA  1904 janeiro (registro incompleto)
LOCAL  Não se aplica
FONTE  Correio Paulistano
REPOSITÓRIO

Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional

DESCRIÇÃO A partir de reportagem publicada pelo jornal inglês “Globe”, o Correio Paulistano debate brevemente a possibilidade de os animais (mesmo invertebrados, como borboletas) se suicidarem, apresentando exemplos.

O problema de verificar si os animaes podem ou não suicidar-se não é novo e nunca foi resolvido de maneira a satisfazer a sciencia. (…) É provável que tudo isso não passe de simples supposições; não há, porém, o direito de acreditar que os animaes não possam suicidar-se. O problema continua, pois, à espera de resolução.

 

 

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Girafas não sobrevivem à solidão no zoo de Londres, defende redator

 

TÍTULO  Pequenas notícias [nota da coluna]
AUTOR  Desconhecido
DATA  18 de maio de 1895
LOCAL  Londres, Reino Unido
FONTE  Correio Paulistano
REPOSITÓRIO

Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional

DESCRIÇÃO  Nota faz pequeno histórico da presença de girafas no Jardim Zoológico de Londres, terminando dizendo que nenhum animal pode viver por muito tempo se estiver solitário no cativeiro: “As girafas não se dão bem com a solidão. Ellas são um protesto vivo contra a excelente obra de Zimmermann” [provável referência a Johann Georg Ritter von Zimmermann].

 

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Zoológico de Londres prevê novo recinto para leões asiáticos com hotel para visitantes

TÍTULO não se aplica
AUTOR não se aplica 
DATA  2016 (webpage, visita em 13 de março de 2016)
LOCAL   Zoological Society of London (zoológico de Londres)
FONTE  Zoological Society of London
REPOSITÓRIO

 https://www.zsl.org/zsl-london-zoo/gir-lion-lodge

https://www.zsl.org/zsl-london-zoo/exhibits/land-of-the-lions

DESCRIÇÃO

Zoológico de Londres prevê inaugurar no mês de março de 2016 um novo recinto para leões asiáticos com 2.500 metros quadrados. Segundo o site da ZSL, o tamanho é cinco vezes maior que o recinto anterior reservado aos animais.
Os visitantes também poderão ficar alojados em um hotel no local. Segundo o zoológico, isso possibilitará uma experiência ainda mais próxima dos animais. O preço mínimo é de 378 libras para duas pessoas por uma noite, podendo chegar a 558 libras. A decoração do local terá inspiração “indiana”:

Guests will bed down for the night in beautifully decorated lodges inspired by the welcoming charm of hotels in the lion’s native Gir Forest home in India.

Assim como todo o recinto dos leões. O zoológico diz que mimetizará também uma estação de trem indiana, um templo e uma cabana, “transportando os visitantes do coração de Londres para a vibrante Sasan Gir, Índia”. Sasan Gir é um parque nacional indiano. 

 

 

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Lapões são expostos em zoo de Londres

 

TÍTULO  Raridades
AUTOR desconhecido
DATA  19 de dezembro 1877
LOCAL  Londres, Reino Unido
FONTE  jornal “Diário de S.Paulo”
REPOSITÓRIO  Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional
DESCRIÇÃO  Carl Bock, a pedido do “Sr. Farini”, viaja à Nova Zembla (Canadá) para trazer “animais vivos do mar” para exposição. No entanto, lá tem a “ideia” de “trazer alguns laponios”, voltando com dois homens e duas mulheres de pouco mais de vinte anos, além de renas. Todos ficaram no zoológico de Londres.

Também foram coletados alguns objetos etnográficos (“alguns objectos miudos de uso entre os indigenas da Laponia”).

 

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