| TÍTULO | Sem título |
| AUTOR | Collier’s (revista ou autor?) |
| DATA | 25 de maio de 1948 |
| LOCAL | Nova York |
| FONTE | Folha da Manhã |
| REPOSITÓRIO | Acervo Folha |
| DESCRIÇÃO |
Cartum faz associação entre zoológico e prisão. |

| TÍTULO | Sem título |
| AUTOR | Collier’s (revista ou autor?) |
| DATA | 25 de maio de 1948 |
| LOCAL | Nova York |
| FONTE | Folha da Manhã |
| REPOSITÓRIO | Acervo Folha |
| DESCRIÇÃO |
Cartum faz associação entre zoológico e prisão. |

| TÍTULO | Coisas da Cidade – Um Jardim Zoologico |
| AUTOR | Plínio Barreto – autoria identificada a partir de artigo da pesquisadora Santiago de Andrade. O autor só de identifica no recorte pela letra “P”. |
| DATA | 24 de julho de 1920 |
| LOCAL | São Paulo |
| FONTE | O Estado de S.Paulo |
| REPOSITÓRIO | |
| DESCRIÇÃO |
Jornalista Plínio Barreto, cronista e autor da coluna Coisas da Cidade, apoia abertamente a construção de um Jardim Zoológico na cidade de São Paulo. A ideia veio a partir de um curta-metragem (de dez ou quinze minutos), exibido no Cinema Central, sobre o Jardim zoológico de Nova York.
A reportagem diz que no Brasil não existe um só Jardim Zoológico, sem fazer nenhuma menção ao do Rio de Janeiro. Diz também que, sobre a “utilidade e vantagem de um jardim zoologico numa grande cidade brasileira como São Paulo (…) não já duas opiniões”, sem apresentar argumentos. |
| TÍTULO | sem título [nota] |
| AUTOR | Desconhecido (relata matéria publicada no “Jornal”) |
| DATA | 30 de janeiro de 1907 |
| LOCAL | Rio de Janeiro |
| FONTE | O Estado de S.Paulo |
| REPOSITÓRIO | |
| DESCRIÇÃO |
Prefeitura do Rio de Janeiro, comandada pelo general Souza Aguiar, pretende adquirir o antigo Jardim Zoológico da cidade (provavelmente o de propriedade do Barão de Drumond) para reformá-lo ou adquirir terrenos na Quinta da Boa Vista (de propriedade da Santa Casa de Misericórdia) para fazer um novo e grande parque jardim zoológico “modelado pelo de Nova York”. Caso necessário, o plantel de animais seria comprado em Hamburgo [provável referência ao comércio de animais de Carl Hagenbeck]. Além disso, a direção do zoo ficaria a cargo de um “hábil e competente” profissional do estrangeiro. Como em outros registros, vê-se a construção do zoo como forma de equiparação da cidade com outras congêneres estrangeiras:
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